Conquistando a Paz

    Existem tribulações e tribulações.
    Para extinguir aquelas que conturbam a vida, comecemos a cooperar na construção da paz onde estivermos.
    Necessitamos, porém, conhecer as farpas que entretecem as inquietações que nos predispõem ao desequilíbrio e ao sofrimento.

    Vejamos algumas:
    a queixa contra alguém;
    a reclamação agressiva;
    o palavrão desatado pela cólera
    a resposta infeliz;
    a frase de sarcasmo;
    o conceito depreciativo;
    o apontamento malicioso;
    o gesto de azedume;
    a crítica destrutiva;
    o grito de desespero;
    o pensamento de ódio;
    a lamentação do ressentimento;
    a atitude violenta;
    o riso escarninho;
    a fala da irritação;
    o cochicho do boato;
    o minuto de impaciência;
    o parecer injusto;
    a pancada verbal da condenação.

    Cada espinho invisível a que nos reportamos é comparável à chispa capaz de atear o incêndio da discórdia.
    E ganhar a discórdia não aproveita a pessoa alguma.
    Tanto quanto possível, aceitemos as tribulações que a vida nos reserve e saibamos usar o amor e a tolerância, a paciência e o espírito de serviço para que estejamos realmente conquistando os valores e bênçãos da paz.
    Não esperes que o próximo te solicite cooperação. Colabora voluntariamente, na certeza de que estarás realizando valiosas sementeiras de trabalho e de amor, na construção do futuro melhor.


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