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De manhã, em toda casa,
Ar puro, janela aberta,
A higiene determina
O movimento de alerta.

É o asseio proveitoso
Que começa com presteza,
Expulsando o pó de ontem
Nos serviços da limpeza.

A vassoura range, range,
No polimento ao soalho,
Sem desprezar coisa alguma
Na expressão do seu trabalho.

Vêm escovas cuidadosas
Ao lado de espanadores
E renova-se a paisagem
Dos quadros interiores.

A água cariciosa
Que se mistura ao sabão,
Carreia o lixo, a excrescência,
Enche baldes, lava o chão.

Os livros desafogados
Mostram ordem nas fileiras,
Convidando ao pensamento
Do cimo das prateleiras.

Os móveis descansam calmos,
De novo brilho o verniz.
Toda a casa fica leve,
Mais confortada e feliz.

A limpeza efetuada
É novo impulso à energia,
Multiplicando as estradas
De esforço e sabedoria.

A faxina, qual se chama,
Na linguagem da caserna,
Tem seu símbolo profundo
Nos campos de vida eterna.

Muita gente sofre e chora,
Na dor e na inquietação,
Por nunca fazer faxina
Nas salas do coração.


Por: Casimiro Cunha, Do livro: Cartilha da Natureza. Médium: Francisco Cândido Xavier


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